quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como a cigarra...

Como a cigarra...


Hora de abandonar o exoesqueleto e voar...
Ser como a cigarra que canta e encanta.
E no ar ela dança, e não se cansa.
Feliz e branda, sorrindo anda.
Não para e nem descansa, vive a esperança.
Guardando na lembrança, a eterna criança.
Aprendeu por onde anda, e com a vida não mais se espanta...

Por: Rodrigo Persan

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